Depredar não é protestar

coluna-pense-nissoO ano de 2013 vem sendo marcado pelo número sem precedentes na história brasileira de manifestações sociais. Iniciados na cidade de São Paulo com o Movimento Passe Livre, esses movimentos se espalharam pelo país levantando diferentes bandeiras e ganhando notoriedade. Graças a essas iniciativas vitórias foram conquistadas e o brasileiro sentiu o prazer de lutar pelo o que é seu.

Acontece, porém, que de carona nos atos deveras sociais vêm grupos que de modo infeliz e irresponsável disseminam medo e destruição por onde passam. Muitos integrantes desses bandos se utilizam de máscaras para não revelarem as suas identidades, postura esta que vai de encontro a utilizada por aqueles que foram às ruas não para destruir lojas, telefones públicos ou arrombar caixas eletrônicos e sim buscar melhorias para os problemas que nos atingem.

Mesmo sendo algo recente, a parte benéfica do boom social de 2013 já está caindo no esquecimento (se é que já não caiu), e o que tem ficado para as pessoas é a parte triste da história. Não podemos esquecer dos bons frutos que foram colhidos com a ida da população às ruas. O “quebra-quebra” exaustivamente repetido na TV foge completamente às diretrizes dos grupos que iniciaram as manifestações. O que vem sendo feito hoje, sobretudo na cidade do Rio de Janeiro, são ações criminosas e por isso devem ser tratadas de modo adequado pelo Estado.

É importante que sejam separados os bons dos maus personagens dessa história, e que o caminho aberto nesse ano seja trilhado por aqueles que almejam o desenvolvimento do país. Pois, são essas pessoas aquelas capazes de reverter o quadro desolador que há séculos se encontra o Brasil.

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