Escola de Itapuã é contemplada por programação cultural da Casa do Benin; dia 27

A Casa do Benin, sediada no Pelourinho, conta com uma programação mais do que especial no dia 27 deste mês. A versão móvel do projeto, denominada como “A Casa vai à Escola”, chega ao bairro de Itapuã, na instituição municipal de Nova Esperança Professor Arx Tourinho, das 14h às 16h30.

Entre as ações programadas estão atividades arte-educativas e históricas, utilizando uma abordagem pedagógica e museológica sobre o acervo da Casa do Benin, que é resultado do intercâmbio mantido entre a Bahia e o país africano Benin, através da cidade de Cotonou. 

Após uma reforma executada pela arquiteta Lina Bo Bardi, a casa abriga uma rica coleção de objetos e obras de arte da região do Golfo do Benin, de onde veio a maioria dos negros que povoaram o Recôncavo Baiano. A maior parte do acervo foi colecionada pelo antropólogo e fotógrafo francês Pierre Verger em suas andanças pelo continente africano.

Outras atividades

Nas segundas e quartas-feiras do mês de julho, das 10h às 12h, o Espaço Jeje-Nagô, localizado dentro da Casa, abriga um curso de dança afro, direcionado a amadores e interessados no campo das tradições africanas, dança e terapia, com orientação de professores especialistas na área. Nas terças e quintas-feiras, das 19h às 21h, é a vez das aulas de capoeira, ministradas pela Associação Cultural Capoeira Gangara, sob o comando de Franciane Simplício.

Também às terças e quintas-feiras, das 13h às 17h, o local é tomado pelo projeto Projeto Made in Bahia – Slleyk da Bahia, que tem como foco desenvolver trabalhos voltados para a música, teatro e dança, de forma a levar a cultura brasileira para o mundo, fazendo uma interligação de arte, cultura e conhecimento. Os interessados em participar devem comparecer com documento de identificação na Casa do Benin com 30 minutos de antecedência.

Já no dia 28 de julho, o grupo teatral Os Insênicos realiza seu ensaio aberto sob a responsabilidade de Renata Berenstein. Formado por 14 atores portadores de transtornos mentais, o grupo usa fatos e histórias de vida dos próprios atores como base para a construção das cenas, das 9h às 12h, também no Espaço Jeje-Nagô.

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