Também sofremos com a falta de água

Saulo Miguez
Fonte: Correio 24horas Foto: Mauro Akin Nassor

 

Há cerca de uma semana um grave acidente nas obras do metrô, nos arredores da Estação Pirajá, deixou mais da metade dos soteropolitanos sem água. O rompimento de uma adutora obrigou a Embasa a interromper o fornecimento deixando a cidade em parcial estado de sítio.

E Itapuã com isso? Apesar de não ter sido diretamente afetada pelo problema, o bairro também colheu os amargos frutos da falta de planejamento do consórcio que administra a obra.

A fim de minimizar o problema, a prefeitura tomou algumas medidas emergenciais. Dentre elas a restrição dos atendimentos em alguns postos de saúde da capital, o que incluiu o Posto 24h de Itapuã. A população itapuãzeira, por sua vez, se viu obrigada a recorrer a outros serviços de saúde em caso de necessidade o que, certamente, provocou transtornos.

Houve ainda, em função do rompimento da tubulação, a necessidade de interromper, por cerca de um dia, o fornecimento de gás natural veicular (GNV) nos 35 postos que comercializam o combustível em Salvador. Por ser o GNV o combustível mais utilizado pelos taxistas e por Itapuã estar entre as principais rotas de táxi da capital baiana, a mobilidade dentro do bairro ficou igualmente comprometida. E isso, em plena Semana Santa, azedou o bacalhau de muita gente.

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