27 de novembro de 2020

Orla de Piatã e Itapuã terá novo modelo de quiosque

A partir do dia 18 de setembro, os novos modelos de quiosques para serem ocupados por comerciantes começarão a ser instalados na orla de Salvador. Inicialmente, 32 serão montados nos trechos em fase final de requalificação, de Itapuã a Piatã.

Em seguida, será a vez do trecho de Jardim de Alah, que está previsto para ser entregue em outubro, segundo informações da assessoria de comunicação da prefeitura.

Os novos modelos de quiosques foram vistoriados pelo prefeito ACM Neto e pelo secretário municipal de Cultura e Turismo (Secult), Érico Mendonça, na última sexta-feira, na fábrica WPC Nordeste, em Simões Filho (na região metropolitana de Salvador).

Estrutura

Com três tamanhos (30, 50  e 100 metros quadrados), o mobiliário é fabricado em madeira e alvenaria. Possui portas de vidro e conta  com mesas, cadeiras, sombreiros, banheiros e chuveiros de uso coletivo.

Segundo o gestor da Secult, órgão responsável pela instalação, outros  equipamentos  serão instalados em seguida nos trechos da Barra, Rio Vermelho (antigo Mercado do Peixe), Ribeira, Tubarão e São Tomé de Paripe (estes três últimos no Subúrbio). Mas  no total  serão implantados cerca de 100 equipamentos em toda a orla da cidade, que abrange desde Tubarão  até Stella Maris  (orla norte), segundo o secretário municipal.

Os quiosques serão gerenciados pelas três empresas vencedoras da licitação realizada no ano passado para exploração dos equipamentos. São elas a Saneando Projetos de Engenharia e Consultoria, Holz Engenharia e o consórcio RPH Engenharia e Lazer Salvador Empreendimentos. As empresas pagarão no total R$ 5,2 milhões de outorga ao município, com prazo de concessão de 15 anos.

Seguindo a orientação da União, que proíbe estruturas fixas na faixa de areia, os equipamentos serão instalados ao longo do calçadão, conforme Érico Mendonça. Ainda de acordo com ele, os quiosques seguem as recomendações do projeto arquitetônico da SQ+ Arquitetos Associados, do arquiteto Sidney Quintela, sob a coordenação da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF).

Fonte: A Tarde