Vivências da Copa

Neia Andrade

 

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Tudo que vivemos durante a vida fica registrado no subconsciente. E muitas vezes determina o nosso comportamento futuro. Reagimos em determinadas situações motivados pelos reflexos das nossas vivências, dependendo da intensidade do que foi vivido e a forma pela qual fomos atingidos emocionalmente.

Quando presenciamos situações que já foram vivenciadas, a nossa carga emocional se descontrola intensamente, aumentando significativamente a nossa reação diante do estímulo vivenciado, o qual aciona o gatilho emocional armazenado no subconsciente. E respondemos de forma positiva ou negativa dependendo de como fomos afetados, desencadeando reações de forma amplamente intensificadas.

Se ao longo da vida não obtivermos equilíbrio emocional para aprender a diferenciar o que está sendo vivenciado do que já foi vivido, traremos consequências desastrosas para o nosso presente e futuro. Oriundo de um passado mal resolvido, então podemos supor que não reagimos só mediante o que estamos vivendo.  E sim de acordo com a bagagem adquirida ao longo da vida.

As situações cotidianas vivenciadas se repetem em momentos distintos. Mas não serão fatores determinantes para o nosso futuro. O fato de vivermos momentos de intensa euforia ou extrema tristeza são balizadores da nossa personalidade, a qual será construída, reconstruída e desconstruída ao longo da vida.

Esse é o nosso processo de evolução, que nos torna adaptáveis às mais diversas situações. O que teremos é que adquirir experiências para sabermos diferenciar passado, presente e futuro.

Adquirindo a sabedoria necessária para superar os momentos conflituosos que tendem a se repetir se não forem devidamente superados e direcionados a nosso favor, eles tornar-se-ão vilões na construção da nossa identidade emocional. E dificultadores estruturais da nossa história. Cada situação vivenciada é única, e devemos aprender a utilizar erros passados para acertos futuros.

 

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