Até a Copa parou para ver o 02 de julho

Saulo Miguez

coluna-pense-nissoJogos disputadíssimos, estádios lotados e o coração vindo ao céu da boca nas prorrogações que testam o emocional do torcedor. O clima de Copa toma conta do país e se espalha por todas as nações que se encontram no Brasil para celebrar a festa maior do futebol.

Todo o frisson ao redor do evento fez a população brasileira, de forma geral, esquecer as datas comemorativas do calendário. As celebrações dos santos juninos passaram sem a empolgação dos anos anteriores, as pessoas estavam preocupadas demais com as datas dos jogos e sobrou pouca atenção para Santo Antônio, São João e São Pedro.

Por um bom acaso do calendário FIFA, no entanto, na data cívica mais importante do estado Bahia, o 02 de julho, dia em que se comemora a independência da Bahia e, para muitos, do Brasil, não houve jogos da Copa. As TVs não se ocuparam das transmissões das partidas, não houve fan fest ou ruas interditadas e, principalmente, as pessoas puderam viver o dia sem interferências futebolísticas.

O desfile ocorreu como de costume: a chegada do Fogo Simbólico ao bairro de Pirajá no dia 01º, a saída do cortejo com o Caboclo e a Cabocla do Largo da Lapinha na manhã do dia 02 e a passagem, seguida de aclamação, dos demais símbolos de independência do estado no desfile que marca essa histórica data. E o melhor de tudo, sem dividir atenção com erros de arbitragem, gols ou mordidas.

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